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Aquarelas com Vinho

A técnica da Aquarela, com sua leveza, espontaneidade, mistério e seu vasto repertório permite-nos uma imensurável liberdade de expressão, permite-nos alcançar efeitos cromáticos encantadores, inesperados e emocionantes que impulsionam sentimentos de amor à vida, alegria, beleza, paz.
Unida a esta especial técnica coloquei o vinho, que com sua gama de cores e tipos vem ao encontro dos pincéis para transformar-se em Aquarela.

Paula Fraga

Aquarelas com vinho em papel Canson:


Clematite

Janela Florida

Magnólia em Ramo

Magnólias

Plátanos

Árvore que simboliza a regeneração e a saúde, é venerado na Grécia e foi consagrado por Hipócrates (V a.C. - Grécia), considerado o pai da medicina. Diz a história que foi à sombra de um plátano que Hipócrates meditou acerca do segredo da ciência médica e instruiu seus discípulos, o plátano tornou-se, assim, testemunha dos seus ensinamentos e de seu juramento médico, o Juramento de Hipócrates.

Originários do Sudeste Europeu, Ásia, Irã e Himalaia, com registros desde 400 anos a.C., Os plátanos são majestosos, imponentes e parecem ter vontade própria, permanecendo indiferentes às mudanças que ocorrem ao seu redor, teimosamente marcando o seu território e vivendo sempre intensamente as 4 estações do ano:

Na primavera ficam cheios de rebentos e folhas novas, de um verde claro, cheias de vida...


No verão ficam frondosos e cheios, dando uma sombra apetecível, suas folhas são em tons de verde escuro, o amadurecimento...

 
No outono as folhas tornam-se totalmente amarelas, ocre e vermelhas, se despedindo do calor do Sol, é como se guardassem a lembrança do Sol em suas “copas de fogo”...


No inverno perdem toda a folhagem, ficando totalmente despidos, apenas com tronco e ramos, despindo-se do passado...


O plátano é um termômetro para identificarmos os muitos movimentos psicológicos da vida, e observá-lo é apreciar o movimento das estações do ano, é expandir-se para além do tempo e espaço, é transcender nossa realidade para unir-se à beleza da vida. 

Paula Fraga

Arte

A palavra arte deriva do latim “ars”, significando habilidade. Para os gregos a arte era entendida como o produto ou processo que utilizava o conhecimento para realizar determinadas habilidades, sendo assim, havia a “tekné” (técnica), ou a arte de fazer esculturas, pinturas, navios, etc. Entretanto, a arte é uma faculdade especial da mente humana, não podendo ficar restrita ou limitada às habilidades, ela expande-se, oferecendo ao ser humano uma visão distinta e peculiar do mundo, ou seja, a arte envolve, sobretudo, a imaginação.

A arte existe desde que há indícios do ser humano na Terra, e ao longo do tempo suas funções tem sido vistas como meios para espelhar nosso mundo, para decorar nosso dia-a-dia, para explicar e descrever a história e os diversos “eus” que existem dentro de um só ser, para curar e para ajudar a explorar o mundo e o próprio homem. Segundo Charles S. Peirce, fundador da Semiótica, “a arte possui uma função transcendente, ou seja, manchas de tinta sobre uma tela, ou palavras escritas sobre um papel, simbolizam estados de consciência humana, abrangendo percepção, emoção e razão.”

A arte está em todos os lugares, na pintura, escultura, música, dança, cinema, fotografia, etc., e em todas as suas manifestações a arte é a expressão do sentir humano transformado em símbolos, que não precisam levar o observador a significados conceituais, pois antes de tudo a arte deve ser sentida e não pensada. E é este sentir proporcionado pela arte que nos permite viver melhor e ter diferentes olhares sobre um mesmo objeto ou situação, ela nos faz sonhar.

Por isso, a proposta de um verdadeiro artista é tocar os sentidos de quem aprecia a sua obra, é possibilitar o prazer na visualização, na audição, ou em ambas ao mesmo tempo. Assim temos a essência da arte, onde o artista pode transformar a realidade de acordo com seus ideais, interpretações e pensamentos peculiares. Ele interpreta o mundo em que vive e as mudanças pelas quais este passa, pois mesmo que elas passem despercebidas pelos olhos do “cidadão comum”, são sempre observadas, captadas e materializadas nos pincéis de um pintor, na pauta de um compositor, na pena de um poeta, ou no cinzel de um escultor. O artista sempre provoca reações, estimulando à imaginação e à percepção convida seus observadores a pensar, e isso faz com que regras absolutas sobre o “fazer” ou “criar” arte não sobrevivam.

Podemos verificar que tipo de arte foi feita, quando, onde e como, caracterizá-la, avaliá-la e desta maneira estaremos dialogando com a obra de arte, é este o momento em que a pessoa e a obra se unem, criando um espaço-tempo onde a imaginação e a fantasia levam-nas a um mundo completamente diferente. Este é o objetivo da arte, dar prazer, oferecer à pessoa, no momento em que ela se emociona com uma composição, a oportunidade de conhecer a capacidade humana de sentir, pensar, interpretar, e recriar o seu mundo com sensibilidade e criatividade.

Fatores históricos e sociais modelam os tipos de arte e se fazem modelar por ela, encontraremos arte desde a arte rupestre, passando pelos egípcios, gregos, pelo poder mágico da arte e todos os “ismos” que se seguiram, entrando na fotografia, no cinema, ingressando na virtualidade dos nossos dias, na globalização, e certamente encontraremos arte amanhã, pela simples necessidade de expressão inerente a nós e, principalmente, porque a verdadeira arte será sempre inovadora e capaz de falar do seu tempo, pois ela sempre falará ao sentimento humano e é ele que a nutre.


Paula Fraga

A Rosa Mística

Espaço da Criatividade Convida:

Mostra Artística Paula Radici

De 21 de março à 21 de abril.
 De terças à sextas, das 14h às 19h.
Contato: (51) 3239.8335



Obras apresentadas:

A Rosa Mística I
Acrílica sobre tela 100x100

A Rosa Mística II
Acrílica sobre tela 100x100 - Vendido

A Rosa Mística III
Acrílica sobre tela 60x40 - Vendido

A Rosa Mística IV
Acrílica sobre tela 60x40 - Vendido

A Rosa Mística V
Acrílica sobre MDF 35x75 - Vendido

A Rosa Mística VI
Acrílica sobre tela 80x60 - Vendido

A Rosa Mística VII
Acrílica sobre tela 60x60 - Vendido

A Rosa Mística VIII
Acrílica sobre tela 50x70

A Rosa Mística IX
Acrílica sobre tela 60x60

A Rosa Mística X
Acrílica sobre tela 60x60

Abertura das Atividades culturais do Espaço da Criatividade

A mostra de pintura da artista plástica Paula Radici, intitulada a Rosa Mística, marca a inauguração e a abertura das atividades culturais do Espaço da Criatividade em 2010.
Guti Fraga idealizadora, criadora e tutora de arte apresentou sua querida aluna Paula Radici a um grupo de mais de 100 pessoas, composto das diversas camadas profissionais da sociedade Porto Alegrense.
A vernisage do dia 21 de março de 2010 foi um grande sucesso!
Este dia marca o equinócio de outono e a abertura do ano cósmico, por isso a correspondência entre o evento.
Além do prazer de vislumbrarem as belas telas com motivos de rosas, da exposição “A Rosa Mística”, os convidados foram recepcionados com quitutes criados e confeccionados pela equipe de apoio do Espaço da Criatividade, dirigido por Guti Fraga.
A mostra teve a ilustre participação musical da Cantora Nádia Cafruni e seus parceiros Allison Escouto, no piano, e Leonardo Posenato, no violino. Nádia Cafruni apresentou o número musical intitulado Al Di Lá, uma saudosa música italiana que fez parte da trilha sonora do filme “Candelabro Italiano”.
A mostra está aberta ao público até o dia 21 de abril de 2010. Vale a pena conferir!
A visitação deve ser confirmada pelos telefones: (51) 3239.8335



Flores - A Semente da Vida

As flores são uma das manifestações mais belas da mãe natureza, captando e embelezando nossos sentidos, tanto racionais quanto irracionais. São uma doce tentação para os propósitos da vida, atraindo seus polinizadores através do uso dos mais simples aos mais sofisticados recursos, tais como sua beleza, cor, aroma e néctar.
Desde tempos imemoriais o ser humano percebeu a atratividade e a beleza das flores, as quais são usadas para exaltar a beleza tanto de pessoas quanto de lugares, fato que cria uma sinergia entre atitude e sentimento. A partir deste sincretismo do comportamento humano tem início o “código das flores”, ou seja, a busca por uma forma de expressar as atitudes e os sentimentos através das flores.
Foi no Oriente o marco inicial da linguagem das flores, passando através dos séculos pelos Egípcios, Idade Média, Renascimento, chegando até a época do mais puro e fino Romantismo, para na era Vitoriana tornar-se um completo compêndio de significados e símbolos, fazendo consolidar com todo o seu esplendor e força o antigo recurso de se fazer falar através das flores.
Ali, onde as percepções prevalecem sobre os sentidos, onde a beleza e o Universo estão acima das palavras, é onde se inicia a participação das flores e sua linguagem. Seu significado é tão amplo que ultrapassa os limites do simplesmente ou apenas amoroso. As flores fazem parte da lembrança de bons momentos e das principais celebrações da vida, elas tem o poder de transformar e são uma maneira não verbal de enviar mensagens.
Assim, apresento a seguir trabalhos onde a percepção e o sentimento os farão desfrutar do sensível e mágico “código das flores”.

Paula Fraga






Exposição A Rosa Mística - 21 de Março de 2010

Olá queridos amigos, apresento a vocês uma palinha dos trabalhos que serão apresentados em minha exposição intitulada “A Rosa Mística”, a realizar-se em 21 de março de 2010 no Espaço da Criatividade.

Paula Fraga